sejam bem vindos!

Compartilhamento de atividades e idéias musicais...

A musica é a mistura de bandeiras
O som não tem fronteiras
É MADE IN CORAÇÃO... Toquinho


quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Feliz natal

Que o ano de 2011 seja de amor, a legria e muita Música!!!

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

O Poder da Música

Desculpem-me pela demora em postar mais é que estou sem pc e viver de lan house já viu... porém queria desejar mesmo atrasado um feliz dia do músico pra todos que trabalham na área ou simplesmente adimiram nosso trabalho!
um braço a todos!!!



Defina com arte  de combinar os sons, a musica é poderosa. Esse poder não só influencia o compartilhamento do homem, mas também dos animais e das plantas.
    Um mito grego conta a historia de um músico, Orfeu, que conseguiu amansar um enorme cachorro de três cabeças por meio da música, para entrar no mundo dos mortos e buscar sua amada, Eurídice, que havia morrido por uma picada de cobra. Existe também uma famosa historia inglesa do flautista de Hamelin, que, com sua flauta, atraiu todos os ratos de uma vila para o rio, para morrerem afogados e acabar com a praga que dominava a cidade. Mas enganado pelo prefeito, que não pagara o combinado, por meio de musica atraiu todas as crianças da cidade para irem embora com ele e nunca mais foram vistas.
    Recentemente, foram feitas experiências com animais e plantas sob a influência da música. Eis os resultados obtidos:
* A produção de leite de uma vaca é maior quando ordenhada sob os efeitos da música ou do canto;
As aranhas admiram a música tocada por pianos ( observado por Paderewski, compositor pianista polonês);
* Os elefantes adoram musicais, para apanhar ratos;
*As orquídeas florescem mais belas e maiores quando as estufas têm ambientes.

Mas tem que ser musica clássica, principalmente de Vivaldi.

    A música altera nosso humor, manipulando nossas emoções, ela faz nosso coração “pulsar” no seu ritmo e transmitir a sensação que ela soa. Faça o teste: Numa musica dramática como uma opera, fincamos tensos, ansiosos ou ficamos tristes e choramos; Numa música instrumental suave, ficamos relaxados e até dormimos; Num samba ou axé, é impossível ficar parado, pulamos e sorrimos; Num rock’nroll, dançamos, chacoalhamos a cabeça.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

domingo, 31 de outubro de 2010

conheça um pouco do meu trabalho em uma creche em que eu trabalho...

http://www.youtube.com/user/inahelen1?feature=mhum#p/a/u/2/3wp0wjNnjik

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

historia da música para ouvir e entender cont.

Gosto de usar essas historias como motivo de reflaxão para os meu alunos espero que gostem é interesante colocar o audio dessa musica parea as crianças ouvirem antes e perguntar o que eles acham que o autor quis passar com essa musica depois conte a verdadeira historia por traz dela e faça ele ouvirem ela de novo para entender seu verdadeiro significado...

Flor de Liz

Djavan teve uma mulher chamada Maria, os dois teriam uma filha que se chamaria Margarida, mas sua mulher teve um problema na hora do parto e ele teria que optar por sua mulher ou por sua filha...
Ele pediu ao medico que fizesse tudo que pudesse para salvar as duas, mas o destino foi duro a mulher e a filha faleceram no parto.
Agora é possível sentir a letra da musica. Conhecendo esta breve historia passando ao ouvir a música sob o novo contesto entendendo como a dor pode ser transformada em poema arte.

Valei-me Deus é o fim do nosso amor
Perdoa, por favor, eu sei que o erro aconteceu.
Mas não sei o que fez tudo mudar de vez
Onde foi que eu errei?
Eu só sei que amei

Será talvez que a minha ilusão foi dar meu coração,
Com toda força, pra essa moça me fez feliz,
E o destino não quis me ver como raiz de uma flor de Liz

E foi assim que eu vi o nosso amor na poeira,
Morto na beleza fria de Maria

E o meu jardim da vida ressecou morreu
Do pé que brotou Maria, nem Margarida nasceu
E o meu jardim da vida ressecou morreu
Do pé que brotou Maria, nem Margarida nasceu

historia da música para ouvir e entender

Gosto de usar essas historias como motivo de reflaxão para os meu alunos espero que gostem é interesante colocar o audio dessa musica parea as crianças ouvirem antes e perguntar o que eles acham que o autor quis passar com essa musica depois conte a verdadeira historia por traz dela e faça ele ouvirem ela de novo para entender seu verdadeiro significado...


Gostava tanto de você

O autor de gostava tanto de você Edson Trindade, não escreveu esta musica por causa de uma namorada que o tinha abandonado, mas sim, para a filha dele que havia falecido em um acidente.
Talvez esta canção seja um bom motivo, para você começar dançar, brincar, nadar, andar de bicicleta, soltar pipa ou fazer qualquer outra coisa que queira de verdade.

Leia a musica pensando no seu verdadeiro significado.

Não sei por que você se foi
Quanta saudade eu senti
E de tristeza vou viver
E aquele adeus não pôde dar
Você marcou a minha vida
Viveu morreu na minha historia
Chego a ter medo do futuro
E da solidão que na minha porta bate

E eu gostava tanto de você
Gostava tanto de você

Eu corro e fujo desta sombra
Em sonho vejo este passado
E na parede do meu quarto
Ainda esta o seu retrato
Não quero ver para não lembrar
Pensei até em me mudar
Lugar qualquer que não exista
O pensamento em você

E eu gostava tanto de você
Gostava tanto de você

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Notas Musicais

Aqui esta alguns visuais que uso em minhas aula espero que ajude!















terça-feira, 10 de agosto de 2010

como montar uma citara com sua classe

Esta base tem por objetivo mostrar que a música é uma das mais antigas e sublimes formas da expressão artística no ser humano. Por isso, os educadores encarregados desta base tentarão passar às suas crianças que o meio através do qual eles podem fazer a música são os instrumentos musicais. Entre os instrumentos musicais como o piano, violão, saxofone, tuba, violino, existem os instrumentos mais raros e conhecidos somente em seus países porém, são capazes de fazer os belos sons. Um exemplo é o instrumento que eles irão construir nesta base. Que tal então, construir uma cítara?
A cítara, bastante conhecida na Índia, tem sua origem numa região dos Alpes, perto da Alemanha, chamado Tirol, isso quer dizer que a cítara nasceu na Europa.

Desenvolvimento:
A partir dessa explicação o educador deverá reunir as crianças que estão na base em grupos de quatro a seis membros (o que dependerá do número de participantes), pois cada grupo irá construir uma citara. No caso de crianças menores é interessante ter um adulto para auxiliar, talvez esta seja uma boa oportunidade para fazer uma atividade interativa com os pais, ou com alunos mais velhos. Também será necessário o auxílio de um músico para afinar as cítaras depois que elas estiverem prontas.

Material
1 tábua com comprimento de 6 cm, com 2 cm de largura e 1 cm de espessura, cortada nas seguintes medidas:
1 retângulo de madeira de 25 X 15 cm. com 1 cm de espessura
1 retângulo de madeira de 25 X 2 cm. com. 1 cm de espessura
1 retângulo de madeira de 11 X 2 cm, com 1 cm de espessura
1 retângulo de madeira de 7 X 2 cm, com 1 cm de espessura
1 pedaço de madeira de 25 cm de comprimento

15 parafusos de 1.5 cm
19 pregos de 1,5 cm
4 cordas de violão da nota musical MI (primeira)
15 tachinhas médias.
Cola de madeira
1 lixa
Ferramentas usadas:
1 martelo
1 chave de fenda
1 alicate
1 prego grande
1 lápis

Como construir:
As peças que comporão o trabalho são as seguintes. Clique aqui para ver em formato maior .



As peças devem ser lixadas superficialmente antes de serem pregadas, após isso deve-se passar cola de madeira para que as mesmas fiquem bem fixadas em seus respectivos lugares.




Marcar o lugar dos parafusos e tachinhas.



Em seguida montar as cordas, começa-se fixando as cordas ao parafuso, bastando, para isso, enrolar e amará-las como mostra a figura 5. Depois de fixadas no parafuso, esticar as cordas e dando umas três ou quatro voltas em torno da tachinha e depois bater com o martelo para ela não escapar. Esticar as cordas até a tachinha o lado oposto e fazer a mesma coisa para prendê-la, indo terminar no parafuso, onde as cordas serão cortadas (com auxílio do alicate). Depois de prender as cordas, afiná-las com a chave de fenda. As notas predominantes são duas oitavas e é possível executar-se muitas músicas com a cítara.



Como fazer a partitura:
Para finalizar a construção o melhor é ideal as crianças tocarem uma musica simples na cítara que construíram. Para isso o educador pode deixar a partitura pronta e com cópias suficeintes para cada cítara construída, inclusive no tamanho certo para encaixar na cítara (clique aqui para imprimir a partitura no tamanho certo). Para fazê-la recortar o papel, observando as medidas e encaixá-la entre a madeira e as cordas da Cítara.





O encaixe certo da partitura na cítara da-se coincidindo a primeira corda - Dó - com a linha pontilhada que aparece em todas as partituras. A seta indica o início da música. Os círculos pretos, quando ligadas por traços, indicam que as cordas devem ser tocados sem interrupção, ao passo que nos lugares em que não existirem traços ligando os círculos pretos, deve-se dar uma pequena pausa e, em seguida, continuar

O nascimento das notas musicais - Idade Média





A idade Média foi dominada pelo Cristianismo, os monges eram quase as únicas pessoas que sabiam ler, as artes estavam sempre subordinadas à religião, inclusive a música, por esta razão os cantos gregorianos são as principais manifestações musicais que chegaram até os nossos dias.

A pauta musical e as sete notas musicais como conhecemos hoje: dó, ré, mi, fá, sol, lá e si, foram criadas pelo músico italiano e monge beneditino Guido D'Arezzo que viveu na idade média entre os anos de 995 à 1050 d.c., ele recebeu este nome porque ele nasceu na cidade de Arezzo (Toscana). Ele revolucionou a antiga ordem musical, de modo que foi chamado o inventor da música.

O nome das notas foram criados a partir de hino em honra de S. João Baptista, padroeiro de todos os cantores medievais. Este hino tinha uma curiosidade: cada verso começava com uma nota, um tom mais alto do que o anterior. Para fixar na memória dos seus alunos, o monge fazia decorar a primeira estrofe do hino, com o andar do tempo a primeira sílaba de cada verso se tornou nome de nota, exceto a palavra ut, mais tarde substituída por dó e a nota San passou a ser chamada de si (por serem as inicias em latim de São João, Sancte Ioannes).

Ut queant laxis
Resonare fibris
Mira gestorum
Famuli tuorum
Solve polluti
Labii reatum
Sancte Ioannes


Que significa:
"Para que nós, teus servos,
possamos elogiar claramente
o milagre e a força dos teus atos,
absolve nossos lábios impuros, São João"



Monatgem do Xilofone
Nesta base as crianças irão ter um exemplo vivo das notas musicais e para isso irão construir um xilofone de garrafas d'água. Havendo pouco tempo as crianças poderão somente colocar água nas garrafas, neste caso na base deverá haver um xilofone montado com as garrafas vazias.

Após a construção as crianças utilizaram o instrumento adquirindo familiaridade com as notas, poderão também tocar algumas musicas curtas conhecidas.

Material
1 cabo de vassoura
8 garrafas de cerveja (vazias)
Barbante ou náilon
2 cadeiras ou bancos
Tinta guache
Água,
Um lápis ou bastão de madeira
Um funil

Como montar
Fixar o cabo da vassoura em duas cadeiras ou banco. Neste cabo serão amarradas as oito garrafas de vidro vazias, preferencialmente incolores. As garrafas terão uma quantidade de líquido diferenciado de forma a poder cada uma vibrar o som de uma nota musical. A primeira garrafa da direita ficara vazia responderá a nota mais aguda. Nas outras garrafas coloca-se água, com o auxilio do funil, até formar a escala natural invertida (do, lá, sol, fá, mi, ré, do). A garrafa da esquerda vai ficar mais cheia de água, portanto corresponderá a nota mais grave. Este trabalho deverá ser feito primeiramente pelo educador com o auxílio de um músico com capacidade de distinguir cada uma das notas. Feito isso, mede-se com uma proveta (facilmente encontrada em lojas de artigos para perfumes) o volume necessário e anota-se a quantidade de água gasta. Este marcação também pode ser feita, riscando-se na garrafa, com caneta de retroprojetor, o local onde a superfície da água atingiu. Embora esta forma seja a mais fácil, a primeira onde se mede a quantidade de água com a proveta é mais educativa para os alunos que participarão mais ativamente da construção, com ações que permitem uma maior reflexão sobre quantidades, grandezas e formas de produção de som.

Para reconhecer facilmente cada uma das notas a que corresponde cada garrafa, é possível colorir á água contida em cada uma das garrafas, o que também dará um efeito bonito. A água pode ser colorida com guache, aquarela ou com corante alimentar. As garrafas também podem ser identificadas com etiquetas.


O Compositor, o Intérprete e o Maestro

O Compositor

O compositor pode ser considerado como uma espécie de artesão cujo material de trabalho são os sons e os silêncios. É ele que os molda e organiza de tal forma que consegue criar uma harmoniosa teia de ligações sonoras, a que damos o nome de partituras. Estas partituras podem ser compostas para orquestras ou, pelo contrário, apenas para um intérprete.
O trabalho do compositor é feito sempre com uma grande sensibilidade. Esse trabalho está normalmente sujeito a uma série de regras que fazem parte da linguagem musical.

O Intérprete

O intérprete é a pessoa que toca ou canta a obra musical composta.
Este acto exige um grande trabalho de preparação, tanto ao nível técnico, ou seja, ao nível da execução do que está escrito na pauta, como ainda ao nível da sensibilidade do intérprete, para que o espírito que o compositor pretendeu transmitir seja totalmente respeitado.
Costuma dizer-se que os grandes intérpretes são aqueles que sentem a obra musical que executam como se tivessem sido eles a compô-la.
Por vezes, os intérpretes são também os compositores das suas obras. Por isso, são chamados de compositores - intérpretes.

O Maestro

Antigamente a palavra maestro era um título dado aos compositores e aos professores célebres.
Hoje em dia, o maestro é o responsável pela orquestra, ou seja, é a pessoa que dirige todos os intérpretes. Por essa razão a sua actividade é de enorme importância exigindo, por isso, um grande trabalho de preparação e um profundo conhecimento de toda a partitura.
O maestro trabalha em cima de um estrado de modo a que possa ser visto por todos os músicos. O único material que usa é a batuta, com a qual vai dando sinais que indicam aos intérpretes o momento exacto em que devem tocar

Jogo - O Oceano da Orquestra (timbre)

Experimentem este jogo dos Little Einsteins! O objectivo é traçar um mapa do tesouro no Oceano, reconhecendo o timbre dos intrumentos. Só têm de adivinhar, de entre os intrumentos propostos, qual foi aquele que tocou e clicar em cima dele. Quem completar o mapa do tesouro, ganha. Divirtam-se!

http://tv.disney.go.com/playhouse/littleeinsteins/games/ocean.html

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Conhecendo e Aprendendo a Clave de Fá



Porque será que a clave de sol tem dois pontinhos?

R:- é porque ela tem uma irmã gêmea que mora na linha logo a baixo.
Para não haver confusão, resolveram colocar dois pontinhos, como se fosse um portãozinho, separados as casas onde moram.

E para memorizar e ensinar como desenhar a clave de fá cantamos essa musica




letra da musica retirada do livro: Teoria Musical para Crianças

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Conhecendo e Aprendendo a desenhar as claves

A clave é um sinal colocado no inicio da pauta que serve para dar o nome as notas e determinar a sua altura na escala
Existem varias claves, porém as mais usadas são:



E para memorizar e ensinar como desenhar a clave de sol cantamos essa musica



musica clave de sol tirada do livro:Teoria Musical Para Criaças

altura do som

Esse é um visual que uso pra ajuda a entederem a altura do som e conhecerem melhor as notas musicais espero que gostem!

altura do som

Toque a escala musical


E depois questione a ele...
Você já percebeu que os sons são diferentes? Parecem que eles sobem e desce, como se estivessem numa montanha russa, quando sobem são agudos. Quando descem, são graves.



Os sons recebem o nomes:

dó - re - mi - fa - sol - la - si

Esses son moram em linhas que parecem uma escadinha, por onde eles sobem e descem, veja:



imagens tiradas do livro: Flauta Doce

olhando para o pentegrama podemos saber qual é a altura dos sons. Os sons que sobem pela pauta são mais agudo e os sons que descem são graves.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

iniciação da leitura musical


comesse apresentando as crianças a figura de um pato depois pergunte as crianças que som ele emite (quak)depois mostre as figuras com os dois patos menores e diga 2 quak com o tempo de uma colcheia e em seguida mostre o pato maior diga quak com o valor de tempo de uma seminima para ele...
estimule a leitura deles assim, depois de um tempo troque os patos por colcheias e seminimas e introduza as notas do mesmo jeito!qualaquer duvida é só fala!

sexta-feira, 12 de março de 2010

Atividades Musicais

Bem pessoal aqui esta algumas atividades de intencidade,duração e etc...



Jogos Musicais De Tabuleiro

Esse jogo abrange:
- Formula de compasso
- Notas musicais e seus valores



quem quiser me deixa o seu e-mail e eu envio!

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Aquecimento Vocal Para Crianças Part.3



lingua: colocar a lingua para fora 10 vez e colocar a lingua para fora, balançar a cabeça para baixo epara cima devagar, enquanto sente a lingua ficar bem molinha.

Aquecimento Vocal Para Crianças Part.2



massa de pão: imaginar que o nosso rosto é uma massa de pão, enquanto damos pequenos e leves, beliscões, alisando a face para os lados e para cima.

Aquecimento Vocal Para Crianças

usando imagens é facil estimular a aquecimento vocal sempre antes de cantar...
as minhas crianças gostam tanto disso que as vezer uso este metodo pra acalma-las quando estão muito agitadas...



a abelha com som de ju - com bastante bico - enquanto o som é produzido, virar a cabeça para a esquerda e para a direita lentamente respirar usando o diafragima

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

A Músicas Estimulando Um Bom Comportamento Em Sala De Aula



É BOM AmAR!


Ah, como é bom amar! Ah como é bom amar!
E conhecer as promessas que temos
Ah, como é bom amar!

Vou espalhar pra onde for
A semente do amor
A cada coração vou alegrar
Ah, como é bom amar!

Ah, como é bom amar!
Ah, como é bom amar!
E conhecer as promessas que temos
Ah, como é bom amar!

Mesmo na rua
Eu não posso esquecer
Que com amor devo dizer
Obrigado! Por favor!
Não há de quê!
Bom dia! boa tarde
Boa noite pra você!

(Refrão)
Sei que aos outros
Eu devo amar
Foimeu pai quem ensinou
Ah, como é bom amar!

(Oh yes!)

é colocar o play back e eles logo se agitam
tente vc também!!!

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

notas no pentagrama


Bem acho que quando lidamos com criaças, tudo fica mais facil se usamos visual, esta é uma das lições que aplico... de uma apostilas que montei com minha irmã!
Bastante amigos que trabalham na area me pedem copia desta apostila.
Quem se intereçar é só pedir que eu mando!
sem nenhuma taxa!!!
Pois Música tem que ser acessivel a todos! rs
bjus!

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Coral da EMEB Italo Damiani


Esta é a apresentação das minhas crianças da Escola Municipal Italo Damiani no 4º Encotro de Corais das EMEB's em Saõ Bernardo do Campo.

Orquestra de SENHORITAS


A orquestra de senhorita é um otimo livro/cd para quem gosta de priorizar os trabalhos com timbre com suas crianças
É um livro que vem acompanhado de um cd contrando a história de uma menina que entra em uma sala de música e os instrumentos se apresentam... quem quiser me mande um e-mailpra mim janainahelendemelo@yahoo.com.br, que eu mando o trabalho com o audio pra vcs por e-mail!!!

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

anatomia instrumental


Bem eu imagino que já que minhas crianças tem contato direto com os instrumentos que eles tocam, eles devem conhecer cada peça de seu instrumento...
aplico esta atividade apresentado cada parte do seu instrumento, depois em uma outra folha com a mesma imagem faço eles escreverem cada parte...
assim quando quebram ou acontece alguma coisa eles aprendem a fazer pequenos reparos sozinhos!rs

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Deus e a Música



SE DEUS EXISTE, SE DEUS PODE EXISTIR
DEUS PARA MIM SERIA UMA ESPÉCIE DE “NONA SINFONIA”, SUPRA-HUMANA. UMA OBRA DE ARTE DE UMA COMPLEXIDADE COLOSSAL QUE SE NUTRE DE SI MESMA, QUE BRINCA CONSIGO MESMA.
UMA “NONA SINFONIA “IN EXSELSIS UM CONCERTO DE SI MESMO. A MUSICA TALVEZ SEJA A IMAGEM DO ABSOLUTO

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

A Importância da música na Educação Infantil




Por seu poder criador e liberador, a música torna-se um poderoso recurso educativo a ser utilizado
na Pré-Escola. É preciso que a criança seja habituada a expressar-se musicalmente desde os primeiros
anos de sua vida, para que a música venha a se constituir numa faculdade permanente de seu ser.
A música representa uma importante fonte de estímulos, equilíbrio e felicidade para a criança.
Assim, na Educação Infantil os fatos musicais devem induzir ações, comportamentos motores e gestuais (
ritmos marcados caminhando, batidos com as mãos, e até mesmo falados), inseparáveis da educação
perceptiva propriamente dita.
Até o primeiro ano de vida, as janelas escancaradas são as dos sentidos. “ A criança está aberta
para receber” , diz Muszkat. Contar histórias, pôr música na vitrola, agarrar e beijar, brincar com a fala
são estímulos que ajudam o aperfeiçoamento das ligações neurais das regiões sensoriais do cérebro.
Gardner admite que a inteligência musical está relacionada à capacidade de organizar sons de
maneira criativa e à discriminação dos elementos constituintes da Música. A teoria afirma que pessoas
dotadas dessa inteligência não precisam de aprendizado formal para colocá-la em prática. Isso é real, pois
não está sendo questionado o resultado da aplicação da inteligência, mas sim a potencialidade para se
trabalhar com a música.
Musicalidade é a tendência ou inclinação do indivíduo para a música. Quanto maior a
musicalidade, mais rápido será seu desenvolvimento. Costuma revelar-se na infância e independe de
formação acadêmica.
Musicalização é um processo cognitivo e sensorial que envolve o contato com o mundo sonoro e a
percepção rítmica, melódica e harmônica. Ela pode ocorrer intuitivamente ou por intermédio da
orientação de um profissional.
Se todos nascem potencialmente inteligentes, a musicalidade e a musicalização intuitiva são
inerentes a todo ser humano. No entanto, apenas uma porcentagem da população as desenvolvem.
Grandes nomes considerados gênios da música iniciaram seus estudos na infância, Mozart, Beethoven,
Bach , Carlos Gomes e Villa Lobos, entre outros iniciaram seus estudos tendo como mestres os seus
respectivos pais.
Embora o incentivo ambiental familiar e a iniciação na infância sejam positivos, não são
essenciais na formação musical. Outros fatores podem ser estímulos favoráveis ao desenvolvimento da
inteligência musical: a escola, os amigos, os meios de comunicação...
Talento e conhecimento caminham sempre juntos e um depende do outro. Quanto maior o talento
mais fácil se torna o conhecimento. Quanto maior o conhecimento, mais se desenvolve o talento.
Músicos não nascem prontos. Nascem com talento e adquirem formação para se tornarem os
músicos que desejam ser.

notas musicais


Bolei esta atividade estes dia atrás!
achou que vai dar certo passar esta atividade para minhas crianças... rs
pra usarem a cabeça e lagarem de ser priguiçosos!!! rs

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

A Matematica Na Música

um modo chamativo e engraçado de aprender música!

Música e Matemática
A relação harmoniosa entre sons e números


Na sua definição mais simples, Música é "ritmo e som". Ou seja, é uma combinação de sons executados em determinada cadência. A importância da Matemática na Música está presente desde a concepção mais fundamental do que é "som musical" e do que é "ritmo".
Os sons com os quais podemos criar nossas músicas constituem o que chamamos de "escala musical". Eles são definidos a partir de relações matemáticas muito precisas e, quando combinados de determinadas maneiras, podem produzir resultados agradáveis aos nossos ouvidos. Essas relações matemáticas, junto com as características intrínsecas das vibrações sonoras, são a base para a "harmonia" na superposição dos sons musicais.
Por outro lado, a maneira como encadeamos os sons em nossas músicas também segue regras com fundamentos matemáticos. Todos os tipos de "ritmos" que podemos conceber musicalmente obedecem a algum tipo de divisão fracionária, cuja característica sempre está vinculada a um determinado gênero artístico ou a um tipo de cultura.
Conhecer essas influências matemáticas é, antes de tudo, conhecer a essência da própria Música.
A percepção do som
As oscilações produzidas pela vibração de um corpo (ex.: corda de violão) propagam-se pelo ar, sob a forma de ondas, e atingem nosso ouvido. O ouvido humano só pode perceber como "sons" as ondas que tenham de 20 oscilações por segundo até 20.000 oscilações por segundo. As oscilações abaixo dessa faixa são chamadas de "sub-sônicas", enquanto que as acima da faixa são chamadas de "ultra-som". Por outro lado, dentro da faixa dos sons audíveis, aqueles que têm oscilações mais baixas (de 20 a 200 oscilações por segundo) são chamados de "graves", enquanto que os que têm oscilações mais altas (de 5.000 a 20.000) são chamados de "agudos"; os sons na faixa intermediária são chamados de "médios".
Para poder detectar os sons, o ouvido possui um mecanismo bastante complexo, que envolve ossículos, cavidades e milhares de nervos. O elemento principal na detecção das oscilações dos sons é a "cóclea", uma pequena estrutura em espiral que atua seletivamente. Ao longo dela, existem milhares de fibras nervosas que agem como sensores, e transferem ao cérebro a percepção das oscilações e intensidade dos sons. Assim, um som com determinada oscilação excita sempre apenas uma determinada região de fibras nervosas da cóclea.
É essa característica exata da percepção do som pelo ouvido que faz com que a Música seja uma arte mais baseada em condições fisiológicas do que em psicológicas, isto é, a percepção musical é mais uma questão de sensação (orgânica) do que de razão (ação intelectual). Ou seja, mesmo que quiséssemos recriar a concepção de sons musicais, isso seria impossível, por causa da forma fisiológica como percebemos os sons.
Escalas Musicais e Harmônicos
Os sons utilizados para produção de música (excetuando-se os sons de alguns instrumentos de percussão) possuem determinadas características físicas, no que se refere às suas oscilações. Todos conhecem as sete notas musicais "naturais", que são Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá e Si. A determinação dessas notas tem uma história muito longa, e uma enorme influência da Matemática.
Uma corda esticada, como num violão, pode vibrar livremente com determinado valor de oscilações por segundo. Se a nota musical que a corda produz ao vibrar livremente for um Dó, quando reduzimos seu comprimento à metade (mantendo sobre ela a mesma tensão), ela passará a vibrar com o dobro das oscilações, o que corresponderá à nota Dó seguinte (em termos musicais: esta nota estará uma "oitava" acima da original). Se reduzirmos o comprimento para 2/3 do original, teremos então a nota Sol. E se reduzirmos o comprimento para 3/4 do original, teremos a nota Fá. Como podemos perceber, usando determinadas frações do tamanho original de uma corda, podemos obter as notas naturais da escala musical.
A razão para que determinadas frações (1/2, 2/3, 3/4, 4/5, etc.) do tamanho original da corda soem melhor do que outras tem a ver com outra característica importante das oscilações, que é a presença de "harmônicos".
Quando uma corda ou outro corpo vibra repetidamente, na verdade ele possui vários "modos" de vibração, isto é, além de vibrar na oscilação "fundamental", ele também vibra com oscilações múltiplas inteiras da fundamental: 2x, 3x, 4x, etc. (veja figura).

Assim, uma corda ao vibrar oscila n ciclos por segundo em seu modo fundamental, mas também oscila 2n ciclos por segundo no modo de segundo harmônico, 3n ciclos por segundo no modo de terceiro harmônico, e assim por diante. Dependendo do corpo vibrante (corda de violão, palheta de sax, etc.), e também de como ele é posto a vibrar, esses modos harmônicos podem ser mais influentes ou não no som resultante.
Se observarmos bem, veremos que as oscilações dos modos harmônicos (2x, 3x, 4x, etc.) do comprimento original da corda têm pontos coincidentes com as oscilações dos modos fundamentais daqueles comprimentos fracionários (1/2, 2/3, 3/4, etc.). Por causa dessas coincidências, os sons que mantêm entre si determinadas relações de frações (2/1, 3/2, 4/3, etc.) produzem sensações mais fortes no ouvido (pois excitam as mesmas regiões nervosas da cóclea), e por isso soam melhor juntos do que sons que tenham relações matemáticas, digamos, menos "perfeitas". Essa é a base de toda a escala musical ocidental.
O sábio grego Pitágoras (séc. VI a.C.) foi quem primeiro estabeleceu uma escala de sons adequados ao uso musical, formando uma série a partir da fração de 2/3 (que corresponde ao intervalo musical chamado de "quinta"). Usando uma sucessão de "quintas", que não cabe aqui entrar em detalhes, ele conseguiu definir doze notas musicais, sendo sete "naturais" (Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá e Si) e mais cinco "acidentes": Dó#, Ré#, Fá#, Sol#, e Lá# (o símbolo # é chamado de "sustenido").
A escala com intervalos acusticamente perfeitos definida por Pitágoras foi usada durante séculos, até pouco depois da Idade Média, quando a Música ainda era restrita a regras rígidas de composição e execução. Com o Renascimento, uma série de novas idéias surgiram nas Artes em geral, e na Música em particular, e os compositores começaram a tentar ultrapassar os limites musicais impostos até aquela época. Foi quando surgiu, então, a necessidade de se transpor as melodias para outras tonalidades. Com a escala musical em vigor isso era impraticável, pois os intervalos "perfeitos" só podiam ser usados numa única tonalidade. Em outras palavras, uma melodia feita para a tonalidade de Dó não podia ser executada na tonalidade de Fá, por exemplo, pois os intervalos entre as notas passariam a soar desafinados.
Dentre as várias soluções apresentadas, a que vingou e é usada até os dias de hoje, foi a "escala de temperamento igual", de Andreas Werkmeister, proposta em 1691. Essa escala, hoje em dia chamada apenas de "escala temperada", possui também doze notas (sete "naturais" e cinco "acidentes"), mas em vez de preservar os intervalos "perfeitos" (frações de 2/3, 3/4, etc.), as notas foram levemente ajustadas, pois Werkmeister tomou o comprimento inteiro e dividiu-o exponencialmente em doze partes, baseado na raiz duodécima de 2. Isso fez com que a relação entre qualquer nota e sua vizinha anterior fosse sempre igual à raiz duodécima de 2 (aproximadamente 1,0594), o que permitiu, então, a execução de qualquer música em qualquer tonalidade, uma vez que as relações entre intervalos iguais são sempre as mesmas, não importa qual a referência (tonalidade) que se use.
Apesar de a escala temperada não possuir mais os intervalos acusticamente perfeitos de 3/2, 4/3, etc., os novos intervalos correspondentes têm erros muito pequenos, praticamente imperceptíveis para o ouvido.
A nova escala temperada contou com o apoio do famoso compositor Johann Sebastian Bach (séc. XVIII), que escreveu O Cravo Bem-Temperado, uma obra contendo 24 prelúdios e fugas, que cobrem as 24 tonalidades maiores e menores, e provando que a proposta de Werkmeister não só era viável como não comprometia de forma alguma a qualidade e a beleza da Música.
Portanto, toda a música ocidental que ouvimos atualmente utiliza uma escala de doze notas, criadas a partir de intervalos (frações) acusticamente perfeitos, mas posteriormente ajustadas matematicamente, de tal forma que permitiu ampliar o alcance da Música a horizontes que antes eram verdadeiramente impossíveis.
Ritmo
Conforme observou Mário de Andrade, o homem possui o ritmo por si mesmo, pois a pulsação do coração, o ato de respirar e os passos já são elementos rítmicos (a maioria das crianças, por exemplo, já têm percepção instintiva da periodicidade de ritmo). Isso certamente influenciou o encadeamento das notas musicais em cadências de tempo, da mesma forma que as sílabas numa poesia.
Sendo a contagem do tempo por si só uma concepção essencialmente matemática, não é difícil imaginar o quanto o ritmo está intimamente associado à Matemática.
Na Música, entretanto, o ritmo não se limita apenas à contagem de tempo, ou a uma batida constante de pulsos de igual intensidade. Na verdade, os ritmos musicais possuem batidas com intensidades diferentes (acentuações), que se repetem dentro de algum padrão, e é isso que permite classificar as diversas variedades de ritmos existentes na música. Os exemplos abaixo mostram alguns dos tipos de "medidas" de marcação do tempo de uma música (os tempos "fortes" estão em negrito), que são chamados de "compassos":
compasso binário: 1 2 1 2 1 2 1 2
compasso ternário: 1 2 3 1 2 3 1 2 3
compasso quaternário: 1 2 3 4 1 2 3 4 1 2 3 4
No que se refere ao ritmo, a Música é organizada em "pedaços" contendo o mesmo número de tempos do compasso de referência. Por exemplo, numa música que utilize compasso quaternário, os pedaços (que também são chamados de "compassos") contêm sempre 4 tempos.

Para que se possa escrever a melodia de uma música dentro dessas medidas, foram então definidas as "figuras de tempo", que mantêm relações fracionárias entre si. São elas:

Com essas figuras, podemos então posicionar e dar a duração que quisermos para as notas musicais dentro dos tempos do ritmo. E é exatamente como as notas são posicionadas dentro da música que podemos criar gêneros musicais com características distintas de ritmos.

um Otimo Livro


Este é um ótimo livro para quem gosta que suas crianças leiam muito sobre música!!!
eu tenho um projeto de mini biblioteca musical
seleciono livro infantis que falem de teoria musical e ensinem eles brincando
então eles tem um cartão de controle Que usam para pegar empréstimo de livros
ele adoram
uma vez por semana nos comentamos sobre o que cada um leu!!!

sábado, 9 de janeiro de 2010

jogos confecçionados em casa



Valores

Este é um de muito jogo que confeccionei em casa para as crianças

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Atividades Musicais

Eu penso que quando trabalhamos com música e crianças tudo de novo pode acontecer!
Neste blog vc encontrará atividades e matérias que apliquei em sala de aula com meus alunos e deram super certo!!!
Pois sou pouco convencional e opto por aulas que prenda e chamem a atenção da s crianças... espero que gostem !!!
Estou aberta a novas sugestões!!! conto com a ajuda de vcs!

Quebra Cabeça Musical


Este é um dos jogos em que as minhas crianças mais adoram!

Foi cofeccionado por mim e são vaios modelo com imformações diferente.

Eu costumo misturar todos os quebra cabeças e eles acabam lendo para tentar separar e montar as peças no quebra cabeça certo!

Espero que gostem!!!